Atrasei-me devido a outras leituras mais profundas, e por excesso de trabalho.
Esta obra centra-se na cultura inglesa do século XVI. Moore viveu-a e sentiu os problemas da sociedade, capitaneada pelo rei autoritário Henrique XVIII.
Moore sonhou com uma sociedade justa, com uma nova organização económica, social e política, onde o dinheiro já não era motivo de orgulho e ganância.
Tudo se passa na ilha da Utopia, e quem nos relata o modo de funcionamento dessa sociedade, o modo de estar e sentir da população é um português, Rafael Hitlodeu.
Ele procurava uma sociedade com outra dignidade para o ser humano, a qual passava por um sentido mais colectivo, não individualista, não tanto classicista, onde a estrutura da sociedade visava a supressão das carência fundamentais do ser humano.
Soube bem esta leitura, deixou uns ossos para roer.
Como sempre hei-de voltar cá.
António Martins, no Porto, em 10.05.2010
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