segunda-feira, 12 de abril de 2010

"As Confissões de Santo Agostinho" Livraria Apostulado da Imprensa, 446 págs.

Comecei com este como podia avançar com outro.
Todos eles são para mim motivo de grande satisfação.
Neste livro Santo Agostinho torna públicas muitas das suas confissões a Deus.
Confissões por erros verificados ao longo da sua vida.
Depois de uma infância normal, prossegue os seus estudos secundários e superiores em Cartago, onde vem a ser professor de filosofia.
Perde o pai cedo. A sua mãe, crente fervorosa, acalenta o sonho de o tornar fiel amigo de Deus.
Agostinho foi um homem culto e sábio.
Eu não posso deixar passar, uma das coisas que mais me impressionou nele, foi a sua imensa humildade e bondade.
Já no estado adulto entrou nuns caminhos pouco recomendáveis, porque foram levados ao extremo e à doença. Vem a ter um filho. É a sua mãe que muito o ajuda nessa canseira. Até aos 27 anos gozou bem a vida.
Sozinho fez crescer na sua interioridade a ideia de Deus.
Ideia que vem abraçar totalmente, já em Roma, com mais dois amigos, em regime de total entrega e celibato.
Ao longo de todas as suas confissões ele mostra o seu grande amor a Deus, através das suas palavras de completa adoração.
E chego ao ponto onde queria chegar, para já.
O seu conceito de Deus que se aprofunda além das palavras de adoração. E que subscrevo, na qualidade de crente.
E o seu desenvolvimento sobre a questão do tempo, algo que considero maravilhoso.
Por agora é só isto. Mais tarde volto à obra e a este lugar.



António Martins, no Porto, 12.04.2010

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