Comecei com este como podia avançar com outro.
Todos eles são para mim motivo de grande satisfação.
Neste livro Santo Agostinho torna públicas muitas das suas confissões a Deus.
Confissões por erros verificados ao longo da sua vida.
Depois de uma infância normal, prossegue os seus estudos secundários e superiores em Cartago, onde vem a ser professor de filosofia.
Perde o pai cedo. A sua mãe, crente fervorosa, acalenta o sonho de o tornar fiel amigo de Deus.
Agostinho foi um homem culto e sábio.
Eu não posso deixar passar, uma das coisas que mais me impressionou nele, foi a sua imensa humildade e bondade.
Já no estado adulto entrou nuns caminhos pouco recomendáveis, porque foram levados ao extremo e à doença. Vem a ter um filho. É a sua mãe que muito o ajuda nessa canseira. Até aos 27 anos gozou bem a vida.
Sozinho fez crescer na sua interioridade a ideia de Deus.
Ideia que vem abraçar totalmente, já em Roma, com mais dois amigos, em regime de total entrega e celibato.
Ao longo de todas as suas confissões ele mostra o seu grande amor a Deus, através das suas palavras de completa adoração.
E chego ao ponto onde queria chegar, para já.
O seu conceito de Deus que se aprofunda além das palavras de adoração. E que subscrevo, na qualidade de crente.
E o seu desenvolvimento sobre a questão do tempo, algo que considero maravilhoso.
Por agora é só isto. Mais tarde volto à obra e a este lugar.
António Martins, no Porto, 12.04.2010
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