O que é bonito em Aristóteles?
É, pelo que se vê até
aqui e pelo que mais virá, a sua acutilante observação, ciente do conhecimento do
seu tempo, induz e depois deduz, sem recurso às relações quantificáveis das coisas,
apura a razão e penetra na essência das coisas, deixando-nos uma base segura para
novas descobertas. Narra-nos a base para novos apuramentos.
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